"Com a ascensão da supremacia da cidade da Babilônia, Marduque, o patrono da cidade, tornou-se a principal divindade do panteão Babilônico. Uma festa de ano novo chamada de festa de "akitu" era realizada anualmente em sua honra, na qual uma batalha simulada entre o rei e o dragão das profundezas era encenada repetidamente para comemorar a primitiva vitória de Marduque sobre o caos.
O propósito da festa era anunciar o ano novo com um ritual para assegurar paz, a prosperidade e a felicidade por todo o ano.
Outras divindades adoradas pelos babilônicos eram Anu, deus do céu; Enlil, deus do vento e da terra. Ea, deus do submundo-juntos, eles formavam uma tríade de divindades. Outra tríade importante era Sin, o deus sol de Ur, e Harã, os primeiros abrigos da família de Abraão; Samas, a divindade do sol; e Istar, deusa do amor e da guerra, equivalente à Astarte dos fenícios, Astarote mencionada na Bíblia, e Afrodite dos gregos. Outras divindades significativas foram Nabu, o deus da escrita e Nergal (Irmão de Marduque), o deus da fome e da guerra.
Os deus da babilônia eram, em sua origem, personificações de várias forças da natureza. A religião Babilônica era, dessa forma, uma adoração à natureza em todas as suas partes, prestando homenagens a seres super-humanos que eram ao mesmo tempo amigáveis e hostis, com frequência representados por formas humanas, animais. (Bíblia de Estudo Pentecostal)

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